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Comida japonesa sem culpa

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Em alta atualmente, a culinária japonesa é preparada com pouquíssima gordura saturada, além do uso amplo de alimentos crus, que preservam 100% dos nutrientes. Rica em substâncias como Ômega 3 e Lentinano, auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares e reforça o sistema imunológico.

Peixes blindam o coração

Atum, salmão e truta são os principais peixes utilizados nos pratos japoneses: com alto teor de Ômega 3, um ácido graxo poli-insaturado, dissolve as placas de gordura que fixadas nas paredes das artérias. Com isso, reduzem-se as chances de desenvolver problemas do coração, hipertensão, infarto e derrames, por exemplo.

Outra função fundamental desse componente é aumentar os percentuais do colesterol bom (HDL) e diminuir o ruim (LDL) no sangue, equilibrando as taxas. Além disso, uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) atestou que ele também é importante para manutenção do sistema nervoso central, capaz de inibir doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

Alga, prazer e bem-estar

Predominante em temakis e sushis, as algas são excelentes fontes de iodo, proporcionando melhor funcionamento da tireoide e do sistema imunológico. Além disso, também contam com vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6, B12), que regulam a serotonina – hormônio neurotransmissor que confere o bem-estar e prazer.

Além disso, elas também dão uma mãozinha na dieta, de acordo com estudo da Universidade de Newscastle, na Grã-Bretanha: pesquisa comprovou que elas são capazes de diminuir a absorção de gordura pelo organismo em até 75%, mais do que o dobro dos medicamentos com a mesma função. Ainda, os minerais e oligo-elementos também ajudam a regular o metabolismo.

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