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É possível conciliar a gestação e a cardiopatia?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu uma categorização dos tipos de doença cardíaca e seus riscos durante a gravidez. Após a realização dos exames, o médico pode averiguar qual é a recomendação mais adequada no caso de cada paciente. 

São quatro categorias: a primeira permite o pré-natal normal e o parto de qualquer tipo; a segunda exige a avaliação de especialista, sendo recomendado o parto hospitalar e com anestesia; a terceira torna indispensável o pré-natal com equipe de alto risco e a concepção em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI); e a quarta, a mais grave, não indica a tentativa de engravidar e sugere a interrupção da gestação, caso já esteja em curso, por meio de aborto terapêutico. 

Cardiopatias são geralmente hereditárias ou adquiridas por má-formação ao nascer. A cirurgia ajuda no bem-estar da paciente, mas nem sempre garante a completa recuperação do órgão.

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