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ISTs

As mulheres passam por diversas etapas em sua vida. Quando o assunto é o início da atividade sexual, é importante entender que o assunto não deve ser tratado como um tabu, porque quanto mais informação, maior a chance de uma vida plena, saudável e prazerosa.

A adolescência compreende um período de grande vulnerabilidade às Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), isso porque muitos adolescentes iniciam a vida sexual quando ainda apresentam pouco conhecimento sobre as mesmas, tendo uma visão equivocada sobre o risco pessoal de adquiri-las.

Acesso a informação, visitas regulares ao médico ginecologista, exames preventivos e métodos anticoncepcionais sob orientação médica são as melhores formas de prevenir não só a gravidez como também as IIST’s, por isso, não buscar orientação pode trazer consequências para a vida toda.

Antes chamada de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), a terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passou a ser adotada porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.

Conforme descrito no site do Ministério da Saúde, as IST’s são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.

Pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, no parto ou na amamentação, logo, a orientação pré-concepcional à mulheres que desejam engravidar, envolvem aspectos do rastreamento de doenças que podem interferir em gestações, além de analisar a fertilidade de forma mais profunda. Quando gestantes, as consultas pré-natais são mandatórias, visando o bem-estar da mulher e do bebê por meio de um protocolo para o monitoramento da saúde da gestante e do feto incluindo anamnese, exame físico e análise de exames laboratoriais e de imagem.

Após 45-50 anos, as mulheres passam pelo período da chegada da menopausa, o qual também requer acompanhamento específico do ginecologista já que mesmo depois da menopausa, é recomendável que as mulheres se previnam durante o ato sexual. Isso porque o encerramento de sua fertilidade não impede a ocorrência de IST’s, como no caso do papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV, a mais comum e também a principal causa do câncer do colo de útero.

Existem diversos tipos de infecções sexualmente transmissíveis, entre eles, a Herpes genital, Sífilis, Cancro mole (cancroide), HPV, Infecção pelo HTLV, Gonorreia e infecção por Clamídia, Tricomoníase, Linfogranuloma venéreo (LGV), Donovanose e Doença Inflamatória Pélvica (DIP).

As infecções causam sintomas muito incômodos na mulher, como ardência, corrimento vaginal, mau cheiro ou surgimento de feridas na região íntima, por isso, ao observar qualquer um destes sintomas, a mulher deve ir procurar por um ginecologista, que por meios de exames irá identificar o agente causador, confirmar o diagnóstico e orientar sobre a melhor forma de tratamento, dependendo da doença em questão. Além disso, em muitos casos, o parceiro também precisa fazer o tratamento, para evitar reinfecções.

Autocuidado é amor.
Quem se ama, se cuida. Previna-se!

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